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segunda-feira, 5 de maio de 2014

A importância do Plano de negócios

A importância do Plano de negócios


Empreendedores, especialmente os de primeira viagem, são um mar de dúvidas.  Qual tipo de negócio dá mais lucro?  Quais são os primeiros passos que devo tomar?  Será que minha idéia vai funcionar?   O ponto que penso em adquirir é bom? O que está “em alta” hoje em dia?

plano-de-negociosEmpreender é isso mesmo:  fazer algo diferente, superar problemas, pesquisar soluções…  não existe um manual pronto para abrir um negócio inovador e ter sucesso.  Na realidade, este manual existe sim, mas deve ser desenvolvido pelo empreender a cada novo negócio – ele se chama Plano de Negócios.
O plano de negócios muito importante para qualquer novo empreendimento.  Isto, no entanto, não quer dizer que serão necessários meses de planejamento e estudos.  O tempo para preparar um plano sólido pode ser de alguns dias para negócios simples até meses para empreendimentos de grande porte.  Ainda assim, o interessante é que os principais tópicos estão presentes em qualquer tipo de negócio.
O desenvolvimento do plano é tão importante quanto o documento final em si.  Fazer um plano de negócios é um exercício intelectual que ajudará o empreendedor a avaliar todos os aspectos de sua idéia e definir soluções e estratégias para o sucesso.
Estes são os principais elementos na estrutura de um plano de negócios:
  • Detalhamento do Negócio: explica do que se trata o negócio, quais são seus diferenciais, porque interessa ao público-alvo, sua localização e os produtos e serviços que serão oferecidos.
  • Mercado: detalha qual o mercado que o negócio quer atingir, o público-alvo, e qual fatia você pretende conseguir.
  • Precificação: trata-se da estratégia de preços para atingir seu mercado.
  • Posicionamento: indica o contexto em que seu negócio se encaixa em relação à concorrência, e como ele se diferencia.
  • Marketing: indica quais serão as estratégias e as ações para que o público-alvo chegue até o produto ou serviço oferecido.
  • Recursos Humanos: detalha o número de funcionários e a política de contratação, cargos, salários, etc.
  • Finanças: mostra quanto terá que ser investido para abrir o negócio, quais serão os gastos mensais, o potencial de faturamento e os lucros que serão obtidos.
  • Análise SWOT: Indica os pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades do negócio, com um plano de ação para cada um.
A estrutura acima costuma ser suficiente quando o plano de negócios é apenas para consumo interno… ou seja, quando não há intenção de apresentar o plano a investidores e parceiros de negócios.   Planos formais costumam ter outros elementos, como um Resumo Executivo.  Além disso, dependendo do porte do negócio, cada item desta estrutura pode se desdobrar em inúmeros detalhes… muitas vezes é até importante especificar os procedimentos internos que serão estabelecidos (quando o processo for um diferencial estratégico do negócio).
Pesquise mais sobre os planos de negócios, e você perceberá rapidamente que além de não ser um bicho de sete cabeças, é uma ferramenta extremamente valiosa para seus objetivos de empreendedor.



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sábado, 3 de maio de 2014

Analise SWOT - Conceito e técnicas

O que é Analise SWOT :

SWOT
A análise SWOT é uma forma muito difundida de fazer o diagnóstico estratégico da empresa. O que se pretende é definir as relações existentes entre os pontos fortes e fracos da empresa com as tendências mais importantes que se verificam na envolvente global da empresa, seja ao nível do mercado global, do mercado específico, da conjuntura económica, das imposições legais, etc. O modelo SWOT é também conhecido como o modelo de Harvard, já que a sua metodologia se baseia no modelo de Harvard.

SWOT é a junção das iniciais (em inglês) dos quatro elementos-chave desta análise estratégica. A saber:

  • Strenghts - pontos fortes: vantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes
  • Weaknesses - pontos fracos: desvantagens internas da empresa em relação às empresas concorrentes
  • Opportunities - oportunidades: aspectos positivos da envolvente com o potencial de fazer crescer a vantagem competitiva da empresa
  • Threats - ameaças: aspectos negativos da envolvente com o potencial de comprometer a vantagem competitiva da empresa.
A ideia é a de avaliar, através de uma reflexão aprofundada na qual devem participar todos os gestores de topo da empresa, quais são estes elementos. Previamente, será necessário reunir uma série de informações:
  • Internas, para os pontos fortes e fracos
  • Externas, para as oportunidades e ameaças (aqui é necessário visão e bom-senso)

Como fazer uma analise SWOT


1 – Divida o cenário empresarial em duas partes

Com o objetivo de entender melhor o cenário em que a empresa está inserida, é necessário dividi-lo em ambiente externo (variáveis que afetam a empresa de fora para dentro) e ambiente interno (variáveis que partem da companhia, de dentro para fora).

2 – Defina o ambiente interno

No ambiente interno, é necessário determinar as forças e fraquezas de uma companhia em comparação com outras empresas do mesmo ramo de atuação. Tais variáveis são determinadas por meio do próprio contexto da companhia, das ações realizadas, e devem ser sanadas pelos líderes e suas equipes. Por exemplo, as forças e fraquezas podem ser medidas diante da quantidade e qualidade de recursos de uma empresa em face aos concorrentes, como mão de obra qualificada e receita.

3 – Determine o ambiente externo

As oportunidades e ameaças estão dentro do chamado ambiente externo. Elas variam de acordo com o mercado em que o empreendimento está inserido. Por exemplo, uma oportunidade para uma empresa é o crescimento do setor do qual faz parte e o surgimento de novos nichos de consumidores. Já as ameaças podem ser a expansão ou o lançamento de novas tecnologias por uma concorrente do mesmo segmento.

4 – Coloque os dados em formato de diagrama



Determinados os dados do ambiente interno e do ambiente externo, colocam-se as informações numa tabela 2x2, com duas colunas e duas linhas. Confira abaixo um exemplo do diagrama Swot:

analise-swot
















5 – Analise o cenário encontrado

A análise Swot ajuda a ter clareza do negócio, possibilitando que se identifiquem quais pontos fortes explorar e quais pontos a trabalhar no âmbito de toda a gestão empresarial. Essa ferramenta ajuda a determinar a posição atual da empresa e antecipar o futuro, visando as oportunidades e precavendo as ameaças.


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segunda-feira, 28 de abril de 2014

ELEVATOR PITCH - Conceito e Tecnicas

ELEVATOR PITCH - Conceito e Tecnicas



ELEVATOR-PITCH - Conceito-e-Tecnicas
“Elevator Pitch” Abordagem de 1 Minuto
Talvez você já tenha visto o termo “Elevator Pitch” ou Elevator Speech em textos ou sites em inglês sobre empreendedorismo, mas sabe o que significa? Elevator, obviamente significa Elevador, e Pitch quer dizer Abordagem de Vendas. Desta forma, obtemos “Abordagem de Vendas no Elevador”.
O elevador representa o tempo que você tem para fazer a abordagem (1 minuto, a média que você fica dentro do elevador). Portanto, trata-se da abordagem de vendas que você consegue fazer de seu negócio em 1 minuto. Normalmente isto não se aplica a produtos e serviços para um cliente, e sim à venda de uma idéia ou negócio para outro interessado (por exemplo, um investidor).
Qual é a importância disso? Acontece que muitas vezes, 1 minuto é tudo que você tem para ganhar o interesse de uma pessoa. Você pode ser apresentado a um investidor, mas não conseguirá agendar uma reunião com ele a menos que naquele instante desperte seu interesse.
Em reuniões de networking, ter um bom “elevator pitch” também é muito importante, já que muitas pessoas estarão ouvindo muitas idéias, e um discurso eficiente atrairá a atenção para você.
Ao preparar sua Abordagem de 1 Minuto, leve em consideração o seguinte:
Mostre empolgação: Ninguém ficará impressionado com seu plano se você mesmo parece desanimado. Mostre que acredita e tem paixão pela idéia, evitando exageros teatrais.
Cuidado com o tempo: Se seu texto é muito longo, ou você “sai do roteiro” para entrar em detalhes, poderá ser interrompido e sua idéia não ficará completa. O texto deve ser simples e objetivo.
ELEVATOR-PITCHNão se esqueça de pedir: Você precisa de um investidor? De um parceiro de negócios? De uma referência? De tempo para uma apresentação detalhada? Deixe isso claro no final do discurso.
Aborde todos os pontos chave do negócio: É quase um plano de negócios resumido. Mostre que fez seu dever de casa falando brevemente sobre o produto, mercado potencial, modelo de receita, equipe e vantagens competitivas. Também é importante deixar claro como sua idéia resolverá uma necessidade ou problema dos outros.
Treine, treine, treine: Escreva sua abordagem, decore-a, e faça o discurso para amigos, familiares e outras pessoas de confiança. Eles lhe ajudarão a identificar erros no raciocínio e você se acostumará com o texto.
Crie frases chamativas, com cuidado: Dizer “nosso serviço vai mudar a forma das pessoas se comunicarem” pode ser interessante caso sua idéia realmente seja inovadora, mas dizer “vamos tirar as operadoras de telecomunicações do mercado” mostra falta de seriedade.

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Como escolher um ponto comercial para sua franquia.

Como escolher um ponto comercial para sua franquia.



ponto-comercialA escolha correta de um ponto comercial muitas vezes é determinante no sucesso ou insucesso de uma franquia, portanto contar com a ajuda da franqueadora é sempre vital. A intenção principal é minimizar os riscos e ampliar o potencial de resultados, além de acelerar o prazo de retorno de investimento do negócio.
O ponto certo é aquele que conseguirá atrair a quantidade de pessoas e a visibilidade da marca e produtos suficientes para o negócio ser bem sucedido. Há aspectos que precisam ser avaliados criteriosamente. Veja alguns abaixo:

Perfil do público ideal
Qual o tipo de público, os hábitos de consumo, os horários de movimento e as principais razões que levam as pessoas ao local.

Aspectos legais
Avaliar os documentos e as condições da região, se não há impedimento para o estabelecimento comercial do tipo pretendido, bem como certificar-se das aprovações necessárias.

Viabilidade financeira
Veja se os custos de locação e o valor do ponto comercial são adequados ao retorno do investimento projetado.

Uso de ferramentas de busca e geoprocessamento
As franqueadoras estão cada vez mais estruturadas no processo de escolha do ponto e usado ferramentas de contagem de fluxo ou mesmo geoprocessamento (alguns chamam de geomarketing, semelhante aos mapas da internet, como Google Maps, etc).

Vizinhança

Veja quem são os principais vizinhos, os negócios que predominam na região, esse tipo de vizinhança coerente com a proposta de marca e se há muitos concorrentes com tradição no local. Esse aspecto pode ser determinante se o potencial de consumo já estiver saturado, porém em alguns locais a grande presença de concorrentes do mesmo segmento serve para ampliar o potencial.

Apoio da franqueadora
Geralmente, a franqueadora detém know-how suficiente e experiência na escolha. Porém, é preciso que o candidato faça pesquisas, sempre alinhadas aos pedidos e necessidades da franqueadora.

Visibilidade e acesso ao local
Cheque a capacidade de exposição do local, bem como distância em que o ponto comercial é visto e percebido, como esquinas. O acesso ao local e estacionamentos ampliam significativamente o potencial do negócio.

Portadores de necessidades especiais
Poder proporcionar aos clientes portadores desse tipo de necessidade um acolhimento adequado pode ser um excelente diferencial do negócio.
Conseguir atender a todos esses requisitos não é tarefa das mais fáceis, mas também não se deve deixar de fazer uma boa pesquisa de locais, acompanhar o dia a dia dos negócios presentes e conversar com outros empresários ou até moradores.
A escolha do ponto comercial certro para sua franquia é fundamental para o sucesso do seu empreendimento, portanto muita atenção nessa etapa do projeto e boa sorte.





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quarta-feira, 16 de abril de 2014

4 passos para enfrentar uma crise de Atendimento ao Cliente


4 passos para enfrentar uma crise de Atendimento ao Cliente



Onde há clientes, há queixas. Por mais que você gostaria que ninguém nunca ficasse infeliz com o seu produto ou serviço, você está quase garantido para encontrar pelo menos alguns clientes insatisfeitos.



Como os consumidores cada vez mais ao ar as suas queixas sobre marcas em mídias sociais , o foco se voltou para a forma como as marcas respondem às reclamações dos clientes, especialmente em um fórum público. Saber o que fazer nesta situação faz toda a diferença quando se trata de re-ganhar negócios de um cliente - e que ele ou ela diz aos outros sobre sua empresa.


Se você se depara com uma experiência negativa ao cliente, aconselho a seguir estes quatro passos para resolver o problema e recuperar a confiança do cliente.
Reconhecer o problema. O clássico clichê de atendimento ao cliente diz que o cliente tem sempre razão. Embora possa, de fato, vir a ser um mal-entendido, a pior coisa que você pode fazer é não dar atenção a um cliente que lhe diz que ele ou ela tinha um problema com o seu negócio.
Peça desculpas por isso. Uma vez que você reconheceu o problema do cliente, peça desculpas para ele e diga o que você pode fazer para ajudar. Reúna os fatos sobre a situação, e determinar um curso de ação a partir de lá.
Tome uma atitude. Dizendo que você vai resolver um problema é uma coisa; realmente fazê-lo é outra. Certifique-se de honrar o seu compromisso de cuidar da queixa do cliente.Se você não conseguir corrigir o problema, oferecer um cupom ou voucher, como forma de pedir ao cliente para outra oportunidade.
Seguir-se. Quando você tiver feito o que prometeu fazer, acompanhe o cliente para se certificar de que a sua solução foi satisfatória.



Não importa qual a pessoa em sua equipe é responsável por tratar relações com os clientes, é imperativo que você encarnar um excelente serviço como o chefe da empresa também.

"Ótimo serviço tem que vir de cima"

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"Os funcionários de nível mais baixo não irão ser inspirados e motivados a não ser que vejam o seu líder fornecer um serviço excepcional. "




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sábado, 12 de abril de 2014

10 direitos trabalhistas que você precisa conhecer

10 direitos trabalhistas que você precisa conhecer

leis-trabalhistas-2014
As leis trabalhistas são os acordos legais que definem as permissões e proibições nas relações entre contratantes e contratados.
Você acabou de abrir sua pequena empresa, com poucos funcionários e um clima bem familiar. Ótimo. Siga em frente, mas sabendo onde pisa. Uma das maiores dores de cabeça que os microempresários têm são as ações judiciais movidas contra eles por empregados. Muitas vezes, o tropeço ocorre por puro desconhecimento da lei, sem más intenções. 
Quase todas as regras valem tanto para uma multinacional quanto para uma loja de bairro. "Por menor que seja, qualquer empresa está sujeita à fiscalização", 
Levantamos com especialistas algumas das questões que estão por trás do maior número das ações trabalhistas. Com essas informações e uma edição da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) em mãos, você é capaz de garantir direitos a todos os funcionários. E a você, tranquilidade para fazer o negócio crescer. Confira:
1. Tudo começa com o registro
Se uma pessoa permanece um tempo na sua empresa cumprindo ordens, ela tem vínculo empregatício - não importa se trabalha só duas horas por dia ou uma vez por semana. Portanto, deve ser registrada. Com isso, ela tem direito a um mês de férias a cada ano trabalhado e a um adicional de um terço do salário sobre elas; ao décimo-terceiro; e ao FGTS, depositado mensalmente. Quanto ao INSS, o empregador arca com sua parte, recolhe a do empregado e repassa o valor ao governo. Nada de dar o dinheiro ao funcionário para que ele faça o pagamento. A dívida com o INSS é sua, então tenha certeza de que foi quitada.
2. O vale-transporte é sagrado
O empregador desconta 6% do salário do empregado e entrega a ele todos os vales necessários para a sua condução. Nem sempre isso é vantajoso para o empregado, porque o desconto às vezes supera o que ele gastaria. Nesse caso, ele pode assinar um documento abdicando do direito. Dar o valor da passagem em dinheiro é um erro. Quem age assim corre o risco de o funcionário dizer que aquele valor era parte do salário.
3. Benefício pode virar salário
Qualquer benefício extra, que não seja exigido por lei, como cesta básica, oferecido de forma habitual pode virar obrigação. Ele passa a ser considerado parte do salário e, a partir daí, não é permitido retirá-lo. Se decidir dar uma bonificação eventual, peça ao funcionário para assinar um recibo especificando do que se trata.
4. Nas férias, desembolso maior
Após um ano de trabalho, o empregado tem direito a 30 dias de férias e a um adicional de um terço na remuneração. Quando ele recebe por comissão, horas trabalhadas ou número de tarefas cumpridas, é feita uma média sobre o pagamento dos últimos 12 meses. Dependendo do seu negócio, você pode precisar de uma pessoa para cobrir essa ausência. Ambos os salários sairão do seu bolso. E é você, a empregadora, quem determina a data das férias.
5. Segurança é fundamental
Toda empresa é obrigada a ter um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Cabe a ela contratar profissionais especializados para montar esse programa. Eles devem apontar as condições do local de trabalho que possam afetar a saúde do funcionário e orientar quanto às formas de proteção. Dependendo do risco, a lei obriga o empregador a pagar o adicional de insalubridade. Sem esses cuidados, um acidente pode resultar em multas altíssimas.
6. Cada um com a sua função
Você contrata, por exemplo, uma vendedora para a sua loja. Num dia de aperto, pede a ela para ajudar na limpeza. Grande risco. O funcionário só deve exercer a função que está especificada na carteira de trabalho. Caso ele resolva entrar com uma reclamação trabalhista, você pagará pelas duas atividades. Portanto, registre por escrito quais são as tarefas devidas e não deixe de cumprir esse acordo. Outro erro comum é achar que a empregada doméstica pode dar uma forcinha na butique de vez em quando. Ao prestar esses serviços, ela passa a ser funcionária da empresa e pode exigir seus direitos.
7. Ela vai ter um bebê
Se a funcionária ficar grávida, é o INSS que arca com o salário dela durante a licença-maternidade, de 120 dias. Na gestação, ela pode mudar de função, se necessário, e deixar o trabalho a qualquer hora, mediante atestado médico, para realizar exames e consultas sem sofrer descontos no salário. Depois do parto, ela tem 150 dias de estabilidade no emprego. Empresas com mais de 30 funcionárias devem manter disponível uma creche. Uma opção é providenciar o auxílio-creche mensal.
8. Ninguém trabalha de graça
Quando o funcionário trabalha um minuto a mais que a jornada normal, deve ganhar hora extra. Aos sábados e dias úteis, a lei manda acrescentar 50% do valor do pagamento. Aos domingos e feriados, 100%. É possível também fazer um acordo e esquematizar uma compensação de horas. Tudo isso precisa ser registrado numa planilha caso a empresa tenha mais de dez pessoas na equipe.
9. Quem fica pouco tempo
A demanda é maior em alguns meses e você precisa de mais empregados? Em vez de fazer um contrato tradicional e depois arcar com todos os gastos de uma demissão, prefira os contratos por prazo determinado. Com isso, ao final do período não se paga a multa de 40% sobre o FGTS nem o aviso prévio. Outra solução, mais econômica, é optar por funcionários terceirizados, contratados por meio de agências. Dessa forma, você paga apenas pelo serviço prestado e não fica com os encargos.
10. Demissão sem traumas
Esse pode ser um momento tenso entre patrão e empregado, por isso é essencial que tudo fique muito bem documentado e que todos os direitos trabalhistas sejam quitados. O acerto de contas inclui salário, férias vencidas, décimo-terceiro proporcional, multa de 40% sobre o FGTS e aviso prévio. Se a demissão for por justa causa, o funcionário perde as férias vencidas e o direito de sacar o fundo.


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quarta-feira, 9 de abril de 2014

O que é e como funciona o Brainstorming

O que é e como funciona o Brainstorming

  Uma das mais conhecidas formas de estimular a criatividade e a geração de novas ideias é o método brainstorming (tradução literal: tempestade cerebral), que estimula a geração de novas ideias em grupo.

brainstormingO que é BRAINSTORMING



     Brainstorming  é um método  usado para testar e explorar a capacidade criativa de indivíduos ou grupos.
     A técnica propõe que um grupo de pessoas se reúnam e utilizem seus pensamentos e ideias para que possam chegar a um denominador comum, a fim de gerar ideias inovadoras que levem um determinado projeto adiante. Essa técnica é bastante usada nas grandes e medias empresas, porem pode ser utilizada também por micro e pequenos empresários na busca por inovação e oportunidades. 


Como funciona o Brainstorming 


      Para uma sessão de brainstorming devem ser seguidas algumas regras básicas: 



1. ninguém pode criticar outras pessoas do grupo e todos são livres para exposição de ideias, mesmo que pareçam absurdas;
    2. em cada rodada, todos os participantes devem dar uma ideia a respeito do tópico em discussão e quanto mais rodadas melhor;

    3. podem‑se dar ideias baseadas nas ideias anteriores de outras pessoas. Essas combinações são bem‑vindas e podem gerar bons resultados;

    4. a atividade deve seguir sem que haja uma pessoa dominante, apenas deve ser garantido que todos participem;

    5. após a seleção natural das ideias, elas deverão passar pelo crivo do empreendedor, que fará uma análise mais detalhada numa segunda etapa, não neste momento. Neste caso, o feeling do empreendedor é muito importante.


    O que é feeling ?
    Feeling é um sentimento, uma sensação. Dizemos que o empresário teve 
    feeling para o negócio, teve uma intuição de que seria um bom negócio.


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    quinta-feira, 3 de abril de 2014

    Mensagem subliminar no Marketing

    Mensagem subliminar no Marketing 


    O que é mensagem subliminar ?

    mensagem-subliminar
    A percepção subliminar


    Mensagens subliminares são aquelas que os sentidos humanos não conseguem perceber de forma consciente, assim, a mensagem atinge outra parte do cérebro humano subconsciente.
    Embora existam algumas evidências de que os estímulos subliminares possam influenciar reações afetivas, não há evidências de que a estimulação subliminar possa influenciar o comportamento do consumo.
    O conceito de subliminar é anterior a esse termo, mas o conceito moderno surgiu com James Vicary, um especialista em marketing americano, no ano de 1957. Ele foi o fundador de uma empresa chamada “Subliminal Projection Company”, e em uma conferência ele revelou para a imprensa que teria patenteado uma nova técnica de vendas que ele nomeou como “projeção subliminar”.
    Essa técnica consistia em usar um taquitoscópio para projetar imagens em uma tela, com uma velocidade muito alta, podendo assim exibir imagens entre os quadros de um filme durante uma fração de segundo.
    Segundo a sua hipótese, como as imagens eram apresentadas em uma velocidade maior do que a capacidade do olho humano acompanhar, estas não eram percebidas de forma consciente. Mas Vicary afirmou que elas atingiam diretamente o subconsciente, sendo absorvidas de uma forma quase instantânea. Exatamente por causa dessa característica, a “projeção subliminar” teria um potencial enorme, e o seu uso em campanhas de publicidade provocariam um visível aumento no efeito das propagandas. Para comprovar a sua hipótese, Vicary apresentou resultados de um experimento que ele teria feito.
    mensagem-subliminar
    mensagem subliminar
    Em seu experimento, inseriu frases durante a exibição de um filme. Então, ele teria medido a diferença percentual na reação dos dois grupos, aquele que esteve presente nas sessões de “projeção subliminar”, e o grupo que não sofreu exposição. As frases escolhidas foram “Drink Coke.” (beba Coca-Cola) e “Eat popcorn.” (coma pipoca), e foram apresentadas em noites alternadas. Segundo os seus resultados, nas noites em que as frases foram projetadas, as vendas de pipoca aumentaram em 57,7%, e as vendas de Coca-Cola em 18,1%. A experiência foi relatada na revista Advertising Age.
    Entretanto, em 1962, James Vicary concedeu uma entrevista à revista Advertising Age – a mesma em que foram publicados os resultados de sua experiência – e ele admitiu que se sentiu obrigado a forjar parte dos resultados da sua pesquisa. Vicary afirmou na época que sofreu muita pressão dos investidores para apresentar resultados e, por causa disso, acabou apresentando resultados de experiências que não tinha feito de fato.
    Muitos cientistas tentaram repetir a experiência de Vicary nos anos seguintes, sem sucesso. Mesmo com numerosos trabalhos feitos até hoje, a maioria possui falhas de metodologia que não permitem nenhuma afirmação conclusiva. No entanto, o efeito psicológico causado pela imensa repercussão da experiência foi suficiente para o surgimento de diversas teorias conspiratórias, mantendo a fama da força das mensagens subliminares até hoje.


     Caso Bush e as eleições 


    mensagem-subliminar

    Em setembro de 2000, no decorrer da campanha presidencial norte-americana, um vídeo de televisão do candidato George Bush ganhou repercussão polêmica na mídia internacional. Ao veicular críticas ao programa do candidato democrata Al Gore, é possível encontrar, através de um  frame, a palavra “rats” (ratos) sobreposta à frase “bureaucrats decide”. Alex Castellano, responsável pela campanha de Marketing de Bush, declarou que a inserção foi acidental. O filme foi veiculado 4.400 vezes em cobertura nacional antes de ser denunciado e cancelado.


    OUTRAS TÉCNICAS 



    O Som



    • Você sabia que o som crocante do Sucrilhos Kellog`s, da abertura da tampa do Nescafé e de uma batata Pringles foram totalmente manipulados de forma a dar uma melhor percepção ao produto? E quando alguém fala em Mcdonalds, qual o som lhe vem à cabeça? Talvez seja aquele pequeno som rangente produzido ao se colocar um canudo no copo de refrigerante, agora qualquer outro lugar que você for fazer o mesmo ato de encaixar um canudo em uma tampa de copo de refrigerante, você vai lembrar-se dos bons e velhos Mcdonalds.
    • O som desencadeia fortes associações e emoções, e pode exercer uma influencia poderosa no nosso comportamento. 




    As cores



    • Você sabia que, quando as pessoas precisam fazer um julgamento rápido (algo em torno de 90 segundos) sobre uma pessoa, um ambiente ou um produto, cerca de 62% a 90% dessa avaliação se baseia apenas na cor?
    • Quando a cor está fortemente enraizada a marca, não é preciso estampar logotipo em anúncio algum para que de fato os consumidores possam perceber a sua presença, é o caso do vermelho marcante da Marlboro e da Ferrari. A própria Marlboro já percebeu isso, em uma experiência, um bar foi pintado com as cores predominantemente vermelhas, e adivinha qual cigarro teve as maiores vendas?

    Veja a matéria sobre a psicologia das cores no Marketing


    O cheiro



    • Em uma tentativa ousada, os donos de uma loja de roupas experimentaram borrifar “aromas femininos” como baunilha no departamento de roupas femininas, e as surpresas vieram, as vendas dobraram!
    • Supermercados da Europa, ao perceberem que o aroma de pão recém-assado atraía consumidores para dentro do mercado e fazia com que aumentassem as vendas de produtos similares, já começaram a espalhar um aroma artificial de pão recém-assado em seus dutos de ventilação. 
    • Você sabia que o cheiro de “carro novo” na verdade é um aroma artificial que vem diretamente de uma lata de spray?


    A influência da Barbie




    • A Boneca Barbie foi criada em 1958, pioneira na configuração de um modelo corporal. Mesmo após tantos anos essa boneca continua sendo um ícone de padrão de beleza dos mais insistentes. Tendo habitado na infância de meninas do mundo inteiro por quase meio século, a Barbie tornou-se um verdadeiro clássico nas imposições das leis do corpo perfeito em nossa sociedade. Ela é a líder de venda entre todas as bonecas jamais criadas.
    • O maior problema em relação à Barbie é a influência nos padrões estéticos, de beleza, comportamentais e consumistas. Há mais de 40 anos no mercado, ela vem determinando uma mudança de comportamento feminina. Em seu "mundo cor-de-rosa" ela 
    • Apresenta uma ideologia que, mostra a mulher como o mundo quer que ela seja.
    • Não é a toa que é vendida 120 milhões de exemplares a cada ano, o que significa que três Barbie são vendidas por segundo, além de ser cotada como referência por garotas do mundo todo.




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